Doença e Mal-Estar causados pela Radiação Electromagnética

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Doença e Mal-Estar causados pela Radiação Electromagnética
Doença e Mal-Estar causados pela Radiação Electromagnética

A Radiação Electromagnética causa doença e mal-estar que pode originar sintomas como dor de cabeça, fadiga, fraqueza, distúrbios do sono, irritabilidade, tontura, dificuldades de memória, instabilidade emocional, depressão, ansiedade, distúrbios sexuais, marcas na pele, erupção cutânea, sensação de queimaduras na face, acrocianose (dedos das mãos e dos pés azuis), sudorese, tremores, reflexos tendinosos acentuados, reflexos abdominais diminuídos, tamanho desigual da pupila e pulso e pressão sanguínea instáveis.

Esses sintomas foram encontrados consistentemente em estudos controlados cujo as amostras foram trabalhadores expostos a várias frequências de microondas no trabalho:

Sadchikova (1960) produziu um estudo clínico de 525 trabalhadores expostos a equipamentos geradores de microondas. Os que foram expostos a centenas de microwats por centímetro quadrado ou menos apresentaram sintomas com mais frequência do que os que foram expostos a intensidades mais altas. [1]

O mesmo Sadchikova (1973) fez um estudo clínico com 1180 trabalhadores. Também aqui os que foram expostos a intensidades mais baixas apresentaram sintomas mais frequentes do que os que foram expostos a intensidades mais altas. Certos tipos de alterações, como por exemplo, hipotensão e bradicardia, foram mais frequentes em altas intensidades. [2]

Klimkova-Deutschova (1973) realizou um estudo clínico com 530 trabalhadores de 29 locais de trabalho e obteve resultados semelhantes. [3]

Baranski e Edelwejn (1975) num estudo com trabalhadores do Instituto Militar de Medicina da Aviação, Varsóvia. [4]

Zalyubovskaya e Kiselev (1978) num estudo clínico com 72 engenheiros e técnicos. [5]

Bachurin (1979) com um estudo clínico com 100 trabalhadores de televisão, rádio e outros trabalhadores expostos a 20-60 µW / cm2 e até 100 µW / cm2 na altura. A fotofobia também foi observada alguns trabalhadores. [6]

Sadchikova et al. (1980) num estudo clínico com 50 trabalhadores industriais expostos a várias centenas de µW / cm2. [7]

Huai (1981) num estudo clínico de 841 trabalhadores em 11 fábricas e institutos, incluindo 238 pessoas expostas a menos de 50 µW / cm2. [8]

Gorbach (1982) num estudo clínico com 142 trabalhadores expostos a equipamentos de microondas. [9]

Trinos (1982) num estudo clínico com 2247 trabalhadores em 2 fábricas industriais. [10]

Markarov et al. (1995), num estudo clínico com 53 trabalhadores expostos à radiação frequente de dose baixa. [11]

Foram descritos vários casos de psicose em trabalhadores com sinais objectivos de doença provocada pela radiação. Esses pacientes desenvolveram sintomas de mania e paranóia que não se encaixavam no padrão da esquizofrenia e eram tratáveis ​​apenas pela remoção da exposição a ondas de rádio (Chudnovskiy et al. 1979). [12]

Baranski e Czerski (1976) escreveram: “A patogénese dessas síndromes pode ser controversa, mas a sua existência não pode ser negada. Observações semelhantes foram feitas por Miro em França, no Reino Unido e nos Estados Unidos, de acordo com uma comunicação pessoal feita por Mumford a Seth e Michaelson” (p. 168). [13]

Fontes:

[1] Sadchikova, M.N. (1960). State of the nervous system under the influence of UHF. In The Biological Action of Ultrahigh Frequencies, A.A. Letavet and Z.V. Gordon, eds., Academy of Medical Sciences, Moscovo, pp. 25-29.

[2] Sadchikova, M.N. (1973). Clinical manifestations of reactions to microwave irradiation in various occupational groups. In Biologic Effects and Health Hazards of Microwave Radiation: Proceedings of an International Symposium, Varsóvia, 15-18 Oct., P. Czerski et al., eds., pp. 261-267.

[3] Klimkova-Deutschova, E. (1973). Neurologic findings in persons exposed to microwaves. In Biologic Effects and Health Hazards of Microwave Radiation: Proceedings of an International Symposium, Varsóvia, 15-18 Oct., P. Czerski et al., eds., pp. 268-272.

[4] Baranski, S., Edelwejn, Z. (1975). Experimental morphologic and EEG studies of microwave effects on the nervous system. Annals of the New York Academy of Sciences 247:109-116.

[5] Zalyubovskaya, N.P., Kiselev, R.I. (1978). Effect of radio waves of a millimeter frequency range on the body of man and animals. Gigiyena i Sanitariya 8:35-39. JPRS 72956, pp. 9-15.

[6] Bachurin, I. V. (1979). Influence of small doses of electromagnetic waves on some human organs and systems. Vrachebnoye Delo 7:95-97. JPRS 75515, pp. 36-39.

[7] Sadchikova, M.N., Kharlamova, S.F., Shatskaya, N.N. and Kuznetsova, N.V. (1980). Significance of blood lipid and electrolyte disturbances in the development of some reactions to microwaves. Gigiyena Truda i Professional’nyye Zabolevaniya 2:38-39. JPRS 77393, pp. 37-39.

[8] Huai, C. (1981). Assessment of health hazard and standard promulgation in China. Biological Effects and Dosimetry of Non-ionizing Radiation, NATO Conference, Erice, Italy, 1981, pp. 627-644.

[9] Gorbach, I.N. (1982). Changes in nervous system of individuals exposed to microradiowaves for long period of time. Zdravookhraneniye Belorussii 5:51-53. JPRS 81865, pp. 24-28.

[10] Trinos, M.S. (1982). Frequency of diseases of digestive organs in people working under conditions of combined effect of lead and SHF-range electromagnetic energy. Gigiyena i Sanitariya 9:93-94. JPRS 84221, pp. 23-26.

[11] Markarov, G., Markarova, I., Zaslaysky, A. and Geles, U. (1995). Hypersensitivity to EMF, and the dependence of brain bioelectrical activity and general hemodynamics in cerebral asthenic (CA) patients, exposed to radioactive irradiation upon EMF 20-80 Hz effect. In Proceedings of the 2nd Copenhagen Conference on Electromagnetic Hypersensitivity, J. Katajainen and B. Knave, eds., pp. 57-60.

[12] Chudnovskiy, V.S., Orlova, T.N. and Chudnovskaya, I.V. (1979). Psychoses in radiowave disease. Sovetskaya Meditsina 8:111-115. JPRS 77393, pp. 21-26.

[13] Baranski, S. and Czerski, P. (1976). Biological Effects of Microwaves. Dowden, Hutchinson & Ross, Stroudsburg.

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