A morte de um Extraterrestre no Texas

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Extraterrestre verde
Extraterrestre verde

Um dos mais peculiares e trágicos contactos imediatos de primeiro grau com Extraterrestres de que se tem notícia data de Maio de 1913 e ocorreu numa fazenda de Farmersville, Texas.

Três irmãos, Silbie, Sid e Clyde Latham, apanhavam algodão quando ouviram latidos dos seus dois cães, Bob e Fox. Sibie recorda:

“Eles ladravam desesperadamente, como se estivessem terrivelmente angustiados”.

Como os latidos macabros continuaram, Clyde, o mais velho, disse:

“Vamos até lá ver o que está a acontecer com os cães. Deve ser alguma coisa muito ruim”.

Os cães estavam a uns 15 ou 20 metros, do outro lado da cerca. Clyde, o primeiro a chegar ali, seria também o primeiro a ver o que estava a perturbar os cães.

“É um homenzinho! – gritou ele”.

De acordo com Silbie Latham, que relatou a história a Larry Sessions, do Museu de Ciência e História de Fort Worth, o homem tinha a seguinte aparência:

“Parecia estar apoiado em alguma coisa. Olhava para o norte, não devia ter mais de 50 centímetros de altura e a sua pele era esverdeada. Também não usava roupas e o seu corpo parecia feito de borracha”.

E acrescentou:

“Depois dos meus irmãos terem chegado, os cães saltaram sobre aquela entidade e deixaram-na em pedaços, restando apenas sangue vermelho e órgãos internos semelhantes aos humanos na relva”.

Respondeu Silbie, para explicar o motivo pelo qual ele e os irmãos não fizeram nada para impedir a morte do Extraterrestre:

“Ficamos tão assustados que não sabíamos o que fazer. Acho que éramos ignorantes demais”.

Os rapazes voltaram aos seus afazeres, regressando ocasionalmente ao local para ver os restos mortais do homenzinho. Os cães aproximavam-se dali como se estivessem com medo. No dia seguinte, quando os três voltaram ao lugar, não havia nenhum vestígio do que acontecera. Todas as provas da presença do “homenzinho” tinham desaparecido.

“O avô tem uma reputação muito sólida por somente dizer a verdade e de ser extremamente honesto e nunca contou essa história fora da família, com medo de ser ridicularizado. Ele concordou em contar o sucedido somente depois de muita insistência e encorajamento da minha parte, um neto que sempre gostou de ouvir as suas histórias. O avô aceita submeter-se a um polígrafo ou a ser hipnotizado, ou qualquer coisa que vocês queiram. Não tenho a menor sombra de dúvida de que ele está a dizer a verdade”, revelou recentemente Lawrence Jones, neto de Silbie, ao centro de estudos de OVNIs em Chicago.

Fonte: Livro «O Livro dos Fenómenos Estranhos» de Charles Berlitz

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