LIVRO: «Superclasse» de David Rothkopf

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Capa do Livro: «Superclasse» de David Rothkopf
Capa do Livro: «Superclasse» de David Rothkopf

Sinopse:

São uns milhares e vêm do mundo dos negócios, da alta finança, do exército, das artes, das ONG e de outros meios, incluindo as «elites obscuras» das organizações terroristas e criminosas. Cada um se destaca pela sua capacidade para influenciar regularmente as vidas de milhões de pessoas em todo o mundo. Cada um exerce activamente o poder que detém e amplia-o, em muitos casos estabelecendo alianças com outros membros da superclasse. Para se ser membro, é preciso exercer o poder durante tempo suficiente para se obter impacto, seja liderando uma revolução, seja lançando um site revolucionário na Internet.

A actual superclasse atingiu níveis nunca antes alcançados de poder e riqueza. Globalizaram-se mais rapidamente do que qualquer outro grupo. Mas terão eles mais coisas em comum uns com os outros do que com os seus próprios compatriotas, como argumentam os críticos nacionalistas? E será verdade que é a sua influência que alimenta a crescente desigualdade económica e social que divide o mundo? Que se passa nos encontros à porta fechada das cimeiras de Davos, ou a bordo dos jactos privados a 41.000 pés de altitude? Conspiração ou colaboração? Negócios ou troca de galhardetes ociosos entre gente com poder? Quem estabelece as regras de um grupo que funciona acima das leis nacionais?

A partir de entrevistas exclusivas e grandes reportagens inéditas, David Rothkopf responde, em «Superclasse», a estas e outras perguntas. Abre-nos as portas a uma Sociedade privilegiada, acerca da qual a maior parte de nós nada sabe, embora ela tenha uma enorme influência na nossa vida quotidiana. Trata-se da primeira análise em profundidade das relações entre as comunidades globais de leaders que estão no centro de cada uma das maiores empresas do planeta e controlam parte esmagadora da sua riqueza. E é uma análise sem precedentes das tendências hoje em jogo dentro da superclasse, passíveis de modificar a nossa política, as nossas instituições e o mundo em que vivemos.

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