O que levou os EUA a quererem participar na Primeira Guerra Mundial

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1941
EUA na Primeira Guerra Mundial
EUA na Primeira Guerra Mundial

A sede central dos sionistas em Berlim foi transferida para Nova Iorque sob a direcção do juíz Louis D. Brandeis. O coronel Edward M. House e Bernard Baruch foram outros agentes importantes do Banco Rothschild.

Prestai particular atenção a esses nomes, eles terão ainda, frequentemente um papel importante. Baruch foi o instrumento da campanha presidencial de Woodrow Wilson que foi coroada com êxito. Quanto ao coronel House, foi o mais próximo conselheiro do presidente Wilson; organizou o gabinete segundo os interesses dos Rothschild e dirigiu praticamente todo o Departamento de Estado. Isso não era segredo para ninguém: o presidente Wilson estava sob o jugo do coronel House e tornou-se a marionete ideal nas mãos dos Rothschild. Ele deu a prova concreta disso não opondo nenhum veto à criação do Federal Reserve e pedindo o acordo do congresso para fazer guerra contra a Alemanha.

O congresso deu também o seu acordo por causa da “forte pressão” do povo. Este foi, de facto, manipulado com as mesmas técnicas de propaganda, com o mesmo social conditioning próprio de Wellington House do RIIA que haviam sido aplicadas antes ao povo inglês (O assunto das “máquinas para lavar cérebro” está perfeitamente descrito nos diferentes livros do cientista Thomas E. Bearden e no livro de Preston B. Nichol «The Montauk Project», em particular a cadeia Montauk, que foi elaborada graças à técnica desenvolvida pela ITT).

O coronel House participou também dessa propaganda. Em 1916, usou da sua forte influência – em acordo com os accionistas do Federal Reserve – para convencer o povo americano, graças à propaganda e do auxílio do presidente Wilson (marionete dos Rothschild) que ele tinha o dever sagrado de servir-se da democracia para trazer “segurança” ao mundo.

Pouco depois, os americanos entraram em guerra. os Illuminati fizeram o povo americano aceitar o presidente Wilson, dando-lhes a etiquetas de representante da “nova liberdade”.

A Primeira Guerra Mundial foi para os banqueiros iluminados um negócio muito bom. Bernard Baruch, que se tornou presidente da “Comissão da Indústria de Guerra”, viu sua fortuna inicial passar de 1 milhão para 200 milhões de dólares.

A acção seguinte de Woodrow Wilson, por ordem do coronel House, foi a de fazer com que o congresso compreendesse à necessidade de formar a “Sociedade das Nações” (League of Nations), que deveria tornar-se mais tarde na ONU. Este foi um passo decisivo dos Illuminati no caminho que deveria conduzi-los ao domínio do mundo.

Des Griffin descreve a Primeira Guerra Mundial tal como a viam os Illuminati, como segue:

  • 1.) A política estrangeira americana de neutralidade da qual George Washington tornou-se campeão na sua mensagem de adeus e que foi repetida na doutrina de Monroe era letra morta. Foi criado um precedente graças ao enorme embuste que permitiu aos banqueiros internacionais servir-se da América como um instrumento militar.

  • 2.) A Rússia czarista, preocupação permanente já há muitos anos para os manda-chuvas financeiros, tinha sido varrida com sucesso do cenário mundial. Quarenta e sete anos mais cedo, o grande-“IluminadoAlbert Pike tinha-o predito na sua famosa Carta a Mazzini.
  • Primeira Guerra Mundial
    Primeira Guerra Mundial

    3.) A Primeira Guerra Mundial tinha causado aos Estados implicados, uma dívida de Estado de valor astronómico. Essas dívidas tinham sido contratadas dos banqueiros internacionais que como já o vimos, tinham organizado tudo e posto em cena desde o início. Os “lugares onde se desenrola a guerra revelaram-se sempre os mais lucrativos para os seus organizadores e para aqueles que os financiam”. Die Absteiger, p. 147

Era evidente que os acordos de Versalhes desenrolaram-se também segundo os planos dos Rothschild. Do lado americano encontravam-se Woodrow Wilson, a marionete dos Rothschild, com os seus conselheiros e os agentes de Rothschild: o coronel House e Bernard Baruch. Do lado inglês, mais exactamente do lado da “Coroa”, havia Lloyd George, membro do “Comité dos 300” com o seu conselheiro Sir Philip Sassoon, descendente direto de Amschel Rothschild e membro do Conselho de Estado secreto inglês, Privy Council. A delegação francesa era representada pelo Primeiro ministro Clemenceau e George Mandel. Mandel, nascido Jerobeam Rothschild, que foi frequentemente designado como o “Disraeli” francês, completava bem o quadro. Foi para o coronel House, no apogeu do seu poder nesse momento, que os olhares se voltaram durante a conferência da paz em Versalhes. Clemenceau encontrou-se, um dia, junto a House quando justamente o presidente Wilson também ali estava. Wilson teve que retirar-se desse lugar para não atrapalhá-los e permitir-lhes manter a conversação com tranquilidade.

O tratado de Versalhes é descrito assim por Philip Snowden:

O tratado deveria satisfazer os corruptos, os imperialistas e os militares. Dá um golpe mortal a todos os que esperavam que o fim da guerra trouxesse a paz. Não é um contrato de paz, mas, ao contrário, a declaração de outra guerra. Traiu a democracia e todos os que morreram na guerra. O tratado revela os verdadeiros fins dos Aliados. (Empire of “The City”, p. 42)

A esse respeito Lloyd George afirma:

Temos um documento escrito que nos garante uma guerra em vinte anos. Se eles impuseram condições a um povo (Alemanha) que não tem possibilidade de corresponder (a essas condições), obrigam-no a romper o tratado ou a fazer guerra. E nós esclarecemos, desde então, os que tramaram os acordos de Versalhes e as finalidades que eles desejavam. Alguns ignorantes podem, talvez, continuar a negar a autenticidade dos “Potocolos dos Sábios de Sião”, mas, mesmo com a melhor boa vontade, não se pode dizer que foi por acaso que os agentes de Rothschild se encontravam presentes por ocasião do tratado de Versalhes.

Fonte: Livro «As Sociedades Secretas e o seu Poder no Século XX» de Jan Van Helsig

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